Há histórias para todos os gostos: aventura, romance, drama, comédia e muito mais. Aliás, engana-se quem acha que animes são apenas para crianças. Há muito mais complexidade nesse universo do que se pode imaginar. Experimente mergulhar nos labirintos dramáticos e psicológicos de Evangelion ou nos questionamentos éticos e morais de Death Note.
Bons ou maus, sérios ou cômicos, enfim, algum deles certamente irá lhe agradar. Mas cuidado, pois nem sempre eles são o que parecem ser. Há de professores nada convencionais, como o hilário Onizuka Eikichi, de Great Teacher Onizuka (GTO), e vilões intergalácticos, como Freeza de Dragon Ball Z, a heroínas duronas e com grandes poderes como Tereza, de Claymore, só para citar alguns.
3. MÚSICAS PARA OUVIR, CANTAR E JAMAIS ESQUECER
As músicas de abertura e a trilha sonora dos animes são um show à parte. Há aquelas que não saem da cabeça e outras que nos fazem viajar para diferentes dimensões. Há também as versões em português, que muitas vezes não deixam nada a desejar às originais, como a abertura do divertido anime Ranma ½. Experimente ouvir a abertura de Elfen Lied, um clássico no melhor sentido da palavra.
De tirar o fôlego muitas vezes e com efeitos cada vez melhores, as batalhas nos passam a sensação de assistirmos a tudo de dentro da própria luta, e o que é melhor, sem nenhum arranhão. Nos combates vale tudo: espadas, flechas, socos, e por aí vai. Lutando contra deuses do Olimpo, como em Os Cavaleiros do Zodíaco, ou derrotando seus adversários, como em Naruto, o ringue está aberto. Quem se habilita?
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Muitos animes transformam-se em jogos, e o inverso também é comum. Não é de causar espanto que enredos intrincados se tornem elementos atraentes para o universo dos games, como é o caso de Bleach e outros. Também dos jogos vieram roteiros sob medida para os animes, como é o caso de Final Fantasy, um videojogo de 1987 que se tornou uma franquia de sucesso.
Assim como os games, a relação entre animes e mangás é mais do que próxima. Às vezes, uma adaptação segue de perto a original; já em outros momentos, há modificações. Um desses casos é Fullmetal Alchemist, o anime que recebeu duas versões: uma que se afasta da história do mangá e outra, Fullmetal Alchemist Brotherhood, que acompanha de perto a saga original.
Superpoderes! Esses são ingredientes que não faltam no universo dos animes. Controlar gelo, provocar explosões, transformar-se em monstros, enfim, é possível fazer muitas coisas que para nós, simples mortais, é impossível. Que tal comer fogo para ganhar mais energia, como Natsu em Fairy Tail, ou se transformar numa guerreira da Lua, como em Sailor Moon?
Há muitos animes que trazem figuras demoníacas em seus enredos, com tramas que envolvem pactos irresistíveis, maldições e acontecimentos macabros. Vale a pena conferir histórias como Chrno Crusade, Kuroshitsuji, Kyou Kara Maou, Ao no Exorcist, além de vários outros títulos. Não perca a oportunidade de aprender algumas técnicas supereficientes para lidar com o “coisa ruim”.
Em muitos animes, a preciosidade na reconstituição de épocas ou na construção de novos mundos nos faz embarcar numa viagem pelo tempo-espaço. Atente para a imaginada cidade perfeita do anime no. 6, ou então mergulhe no ambiente cyberpunk de Ghost in the Shell; ou ainda, aproveite para conhecer a época de transição do Japão feudal para o moderno, em Rurouni Kenshin (conhecido no Brasil como Samurai X). Apertem os cintos.
Abra espaço, pois eles estão chegando: robôs gigantes, poderosos, superequipados. Os animes de mecha (abreviatura do inglês “mechanical”) tornaram-se bastante conhecidos e, junto com eles, uma variedade de bonecos e afins. Um título que possivelmente popularizou o gênero foi Gundam, de 1979. Os robôs gigantes e seus pilotos protagonizam as mais variadas histórias e, quem sabe, uma delas irá te emocionar.
1 comentários:
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