Vanjor apresenta sua nova faceta musical com Bicho Grilo, em Passos por aí.

o cenário musical segue o seu ritmo de constantes transformações, principalmente na questão de apresentação de projetos independentes no mundo digital e é nessa empreitada que se lança o projeto "Passos por aí" criado e dirigido por Henri passos (fotógrafo e produtor visual) com apoio de Bene maldonado (guitarrista do fruto Sagrado) na captação e produçao de áudio.O projeto busca filmar cantores ou bandas independentes e apresentá-los à quem quiser.


E o primeiro a expor seu trabalho pra as lentes do "Passos por aí" é o cantor e compositor Vanjor, através de 4 videos divulgando seu Ep "Bicho Grilo". Para quem não está familiarizado, nos últimos anos Vanjor  foi apresentado ao cenário musical pela banda Fruto Sagrado como vocalista da mesma e agora resolveu experimentar suas potencialidades através deste projeto. E no trabalho apresentado por Vanjor nesta série de videos ele traz a tona a sua veia romântica, com  um trabalho autoral entre melodias leves acompanhadas pelo violino de Hugo oliveira e violão do também amigo Bene maldonado  ele traz  letras poéticas, falando de amor, natureza , sobre encontros e buscas do ser. 



Gravado em um clima quase que barroco em uma casa linda de uma maneira bem despojada e intimista Vanjor canta, conta e encanta com a naturalidade de quem apresenta algo de si mesmo naquele momento, criando uma atmosfera especial de intimidade pra que assiste a apresentação. Com este trabalho parece que Vanjor está trilhando um caminho em direção ao seu lugar como cantor e demonstrando a autenticidade do seu trabalho, a despeito das críticas recebidas ao entrar na banda Fruto Sagrado por questões de estética vocal de uma banda que sempre teve um vocal agressivo e enfrentou uma mudança brusca devido a entrada dele. 

Este trabalho de Vanjor mostra as suas raízes na Mpb,  folk e do indie rock estilo que faz lembrar uma galera boa que está fazendo um som assim hoje em dia, nomes como: Crombie, Silva, Mahmundi e Simonami ( Sim, sei que existem muitos outros mas no momento lembrei destes) portanto se você curte este tipo de som vai gostar muito do Bicho Grilo que tem um clima super envolvente desde sua estruturação até a execução . O Ep completo será em breve disponibilizado na internet para download gratuito fiquem atentos na página do Vanjor no Facebook para ter mais informações, enquanto isso se deliciem com o video abaixo e explore todo este universo criado por Vanjor em "Bicho Grilo". Ah e pra assistir todos o videos da sessão é só entrar no canal   Passos por aí, no Youtube





Escolha a nova capa do livro de Allan Percy "As vantagens de ser otimista"



A Editora sextante vai lançar mais um livro de Allan Percy e quer ajuda para escolha da capa, você pode participar, clique aqui para votar: http://bit.ly/1fDIEml



Allan Percy é especialista em coaching e em literatura de desenvolvimento pessoal. Presta consultoria editorial a várias editoras espanholas e viaja pelo mundo em busca de inspiração para seus livros. Dentre os livros já lançados muitos são sucesso tais como Nietzsche para estressados, Kafka para sobrecarregado, Tudo é possível, Oscar Wilde para inquietos e Hermann Hesse para desorientados.

Humberto Gessinger fala de música e literatura à porta dos 50




Os quartos de hotéis têm aumentado o número de leituras de Humberto. Atualmente, ele lê a biografia de Tolstoi. O artista prefere os livros às salas de cinema, locais em que, segundo o cantor, "te trancam em um espaço, colocam um som alto 'pra caramba' e onde tem sempre um cara de 2 metros entre você e a tela".

Humberto nesta entrevista concedia ao portal Saraiva conteúdo  fala de música, literatura e de seus 50 anos, que serão completados na próxima noite de natal, confira:

Atualmente, é difícil determinar se uma ideia vai ser transformada em crônica ou em letra? Como você faz para direcionar as ideias nos dois casos?

Gessinger. Na verdade é a ideia que escolhe por qual canal quer ser impressa. Claro que tem uma zona em que essas duas coisas convergem, e eu gosto dessa convergência, não tento separar muito, acho que são dois galhos de uma mesma árvore. O livro Seis Segundos de Atenção tem as letras do Insular, por exemplo. E por conta de esses trabalhos estarem escritos na primeiríssima pessoa e terem sido feitos no mesmo período de tempo, é natural que muitos temas passem pelos dois.

Você tem lançado livros com reflexões pessoais com bastante regularidade. Como surgiu o interesse em se tornar um escritor de prosa?

Gessinger. Na minha vida pessoal, a palavra escrita veio antes da palavra cantada. Eu era aquele menino que fazia as melhores redações na escola, mas que era muito tímido e nunca mostrava para ninguém o que escrevia. O que quebrou o gelo para eu começar a lançar livros foi quando publiquei Meu Pequeno Gremista (Belas Letras), projeto em que músicos escreviam sobre seus times. Nem foi um livro tão autoral, mas foi muito importante para que eu quebrasse esse gelo. Na verdade, o lance nem era tanto a vergonha em publicar, mas aquela dúvida que batia: "Pô, será que essas reflexões pessoais interessam a alguém?". Com a música também foi um pouco assim. O start para eu mostrar minhas letras veio na faculdade, quando me chamaram para fazer parte de uma banda. Mesmo assim, demorei para mostrar as coisas que havia escrito desde sempre.


E como você tem se sentido como escritor?

Gessinger. A gente vai se acostumando, mas o músico, para mim, sempre toma a dianteira na minha cabeça. O que tenho percebido é que as pessoas se sentem muito mais próximas de mim quando leem meus livros do que quando ouvem minhas músicas. Acho que isso é uma característica do meio literário, é o encontro da solidão de quem escreve com a solidão de quem lê.

E quais foram os escritores que te influenciaram?

Gessinger. Na música eu consigo enxergar muito mais as vertentes que me influenciaram, como a MPB e o rock progressivo. A minha leitura é por fases. Já tive, por exemplo, a fase de ficar lendo [autores] franceses, como Camus e Sartre. Agora, comecei a ler mais crônicas, depois que me avisaram que eu era um escritor de crônicas. Nunca cheguei a ler os grandes clássicos da crônica, eu era um leitor das crônicas de jornal mesmo.

Você está lançando seu primeiro disco solo. Por que essa opção? Quais são as características desse álbum?

Gessinger. Quando comecei a separar as canções, não sabia se aquele seria um novo disco dos Engenheiros do Hawaii ou do Pouca Vogal. Mas durante o processo, percebi que cada canção pedia uma formação com músicos diferentes. Convidei então vários artistas e, quando terminei o disco, vi que tinha desenhado o painel da minha mitologia da música gaúcha. Todas as vertentes da música do Rio Grande do Sul que mais me interessam estavam ali, desde a nativa, como a que eu canto com o Luiz Carlos Borges, até o rock mais universal do Frank Solar. O disco também tem a participação de duas formações dos Engenheiros do Hawaii.

Você vai completar 50 anos em dezembro deste ano. Como está sendo isso pra você?

Gessinger. Isso não me angustia, gosto desse lance do cabelo branco que vai aparecendo, do calo na mão que te atrapalha a tocar, de ter ruga em volta dos olhos... Acho isso bonito. O que me angustia é esse mundo de hoje, em que a adolescência vai dos 2 aos 92 anos. Eu quero ter o direito de ter 60 anos, não interessa se eu toco em uma banda de rock.
Você se arrepende de alguma coisa?

Gessinger. Se eu soubesse que a música ia tomar conta da minha vida, não teria escolhido o nome de Engenheiros do Hawaii para a banda. Era um nome que fazia sentido ali no bar da faculdade, quando via os caras da engenharia passando com bermudas de surfistas. De repente você está em rede nacional, tendo que explicar aquele nome. Tem horas que acho o nome maravilhoso, mas tem horas que sinto um grande peso.

O que você gostaria de fazer e ainda não fez, tanto na música quanto na literatura?

Gessinger. O que eu quero mesmo é a continuidade. Dizem que isso é coisa de capricorniano. Como está, para mim estaria ótimo. Não tenho um sonho redentor ou de transformação. Ficar nessa velocidade de cruzeiro está ótimo, lançando meus disquinhos e meus livros.
 

Rock no Vale - Festival, Rock + Reino + Sutentabilidade em SP em dezembro



Nos dias 6,7,8  de dezembro em Arujá- SP será realizado um festival que promete ser histórico. Reunir cantores e bandas ao som do rock and roll e suas vertentes aliados a palestras sobre sustentabilidade, vida e atitudes para um mundo melhor, eu sei que você já deve ter ouvido falar em coisas semelhantes, mas este não será apenas mais um entre tantos, o rock no vale é realizado por uma organização cristã chamada "Jovens da verdade" e idealizado por Marcos Botelho, que é um dos fundadores e líder do ministério JV na estrada e trabalha em congressos e acampamentos com recreação, teatro e preleção e ainda tem um canal de videos no youtube, onde fala de tudo um pouco, espiritualidade, música, arte e afins. O Rock no vale está diretamente engajado com ONGs e grupos cristãos voltados a sustentabilidade, e segundo Marcos Botelho a idéia de fazer o festival na natureza do vale visa solidificar a proposta de conexão do ser humano com a criação.


A proposta do rock no vale, é completa no sentido integral, tira a pessoa da cidade para viver esta harmonia com a natureza     -   Marcos Botelho


Já em sua primeira ediçao o Rock no Vale conta com atrações de peso e qualidade como a banda americana Gungor (Folk experimental, alternativo) os gringos vão estar pela primeira vez no brasil, tem também Oficina G3, Resgate (Rock) que diga-se de passagem são velhos conhecidos da galera de festivais dos anos 90, e representando a nova geração Palavrantiga e Tanlan, (Rock,Indie, Pop) bandas que tem se destacado nos últimos anos pela qualidade e pelo trabalho diferenciado quebrando paradigmas e fazendo um rock inteligente e sem rótulos, além do mpb,pop da Crombie e Simonami e o estilo  hiper pop alternativo da Mahmundi e muito mais. 

As palestras sobre reino e sustentabilidade ficam por conta de Ed René kivitz , Ariovaldo ramos e Carlos bezerra Jr. Como já disse o evento promete ser o começo de um novo olhar sobre a cena da cultura positiva derivada de uma cena cristã que hoje se funde com o todo e visa trazer uma mensagem relevante para este tempo, então eis uma boa oportunidade para curtir bons shows, se conectar com a natureza, e sair de lá com uma bagagem altamente sustentável , se não comprou seu ingresso corre lá no site do Rock no Vale: 
www.rocknovale.com