Novo filme com Will Smith e Jaden Smith dirigido M. Night Shyamalan "After Earth" em 2013

A Sony Pictures divulgou o primeiro trailer de "After Earth", novo filme de Will Smith, que conta também com a participação de seu filho, Jaden Smith.
Na trama, mil anos depois de um cataclisma ter forçado a humanidade a sair da Terra, Nova Prime se tornou o novo lar dos humanos. O lendário general Cypher Raige (Will Smith) retorna para sua família  depois de uma longa ausência a serviço, pronto para criar seu filho de 13 anos Kitai (Jaden Smith). Quando uma tempestade de asteroides danifica a nave de Cypher e Kitai, eles caem numa Terra perigosa e inóspita. 
Enquanto seu pai fica à beira da morte no cockpit da nave, Kitai deve percorrer o terreno hostil para recuperar seu sinalizador de resgate.

A produção é dirigida M. Night Shyamalan ("O Sexto Sentido", "O Último Mestre do Ar") e tem estreia prevista para o dia 7 de julho de 2013. Além do filme também será lançado série de livros no Brasil  pela editora Suma das Letras.

  

 ASSISTA AO TRAILER:





Novo web-clip Galatas 5 "Não há o que temer" Assista (Video em CULT)



Já esta na rede o novo clipe da galera reggae/rock de brasilia GALATAS 5 levando a positividade do cerrado para todo o brasil agora com a música "Não há o que temer" que tem cenas gravadas das diversas viagens que este grupo já fez pelo brasil inclusive aqui na nossa cidade maravilhosa no RJ lá no alto do belo cartão postal do pão de açucar. Assista, sinta e ouça esta banda que ainda vai dar muito o que falar por aí, isto é POSITIVE.


Ouça a "Perfect Life" nova música da banda RED



Ouça a música Perfect Life , segundo single do novo álbum do Red , intitulado Release The Panic, que será lançado em 05 de fevereiro de 2013 pela Essential Records .


Switchfoot lança EP de natal com versões acústicas



A banda Switchfoot gravou um especial chamado “Backstage EP”, com versões acústicas de bastidores de três músicas: “Evergreen” (da coletânea “Happy Christmas”, 1998), “Afterlife” (do álbum “Vice Verses”, 2011) e “Needle and Haystack Life” (do álbum “Hello Hurricane”, 2009).

De acordo com o baixista Tim Foreman, a ideia surgiu de forma espontânea. Ele comentou que, antes de a banda entrar no palco, algumas músicas são tocadas de forma improvisada no camarim, apenas com violões e voz, como aquecimento para o show. “Estas, muitas vezes, são minhas versões favoritas das músicas. E uma noite alguém disse: ‘Por que não gravar um desses ensaios acústicos?’”, comentou.

O resultado foi uma gravação muito original e sem grandes pretensões de algumas canções importantes nos últimos álbuns. A proposta é que o projeto se repita anualmente, se tornando um lançamento tradicional na época de Natal. O EP integra o pacote promocional de Natal, que inclui outros artigos da banda como blusas, camisetas, palhetas e posters.
 
Fonte- Site Amplificador

Autor de “A Cabana” afirma que “ninguém mais aguenta a imagem de um Deus distante” como o pintado pelas religiões.



O escritor William P. Young, autor de “A Cabana”, está lançando um novo livro, com a mesma linha de proposta, intitulado “A Travessia”. Young, que é filho de missionários e afirma se preocupar em agradar apenas sua esposa e filhos com seus livros, disse em entrevista à revista Época que as reflexões de seus livros expressam olhares sobre diversos assuntos, que a “religião organizada” não consegue oferecer. - Os avanços da sociedade não atendem todas as nossas necessidades. A tecnologia só aumenta nossa angústia espiritual – frisa o escritor. Na entrevista, William P. Young deixa claro que, em seu ponto de vista, “ninguém mais aguenta aquela imagem ocidental de um Deus infinitamente distante, intocável, desconhecido e impassível, que assiste a nossas vidas com um olhar reprovador”, e por isso, através de metáforas, tenta compartilhar reflexões a respeito dos reais objetivos de Deus para com a humanidade. No novo livro, “A Travessia”, Young conta a história de um executivo milionário que encontra Jesus e o Espírito Santo após entrar em coma devido a um derrame: “É uma continuação de certa forma, porque é um livro sobre Deus, sobre a transformação do coração humano pela fé e sobre relacionamentos, mas com uma história totalmente diferente”. Confira abaixo, a íntegra da entrevista de William P. Young à revista Época: Seu livro é uma obra de ficção, mas concorrerá com títulos que relatam experiências sobrenaturais. O que acha dessa disputa? Acho que todos nós já tivemos alguma experiência sobrenatural. Muitas vezes o sobrenatural está oculto no dia a dia. Um pôr do sol, um arco-íris ou o choro de um recém-nascido podem ser experiências sobrenaturais. Já tive vários sonhos em que sei que conversei com Deus. Tenho certeza disso. Deus também fala comigo por meio da minha família, dos meus amigos ou até mesmo de inimigos. Não há motivo para separar as experiências sobrenaturais dos pequenos encontros com Deus que ocorrem em nossa vida cotidiana. Deus está presente em todos os momentos. Acreditar no sobrenatural é fácil demais. O mais difícil é encontrar a espiritualidade na vida real. É preciso trabalhar duro para isso. 

A travessia pode ser lido como continuação de A Cabana? 

 Não exatamente. É uma continuação de certa forma, porque é um livro sobre Deus, sobre a transformação do coração humano pela fé e sobre relacionamentos, mas com uma história totalmente diferente. É escrito naquele mesmo gênero que ninguém conseguiu explicar, incluindo eu. Como o senhor descreveria esse estilo? Espiritualidade realista, talvez (risos)? Tudo o que escrevo é centrado na mesma pergunta: o que aconteceria se, em meio a nossa vida cotidiana, deparássemos com as ações de um Deus que trabalha a nosso favor, que nos ama e quer que sejamos pessoas melhores? Quando decidi lançar A Cabana, 26 editoras recusaram o livro. O motivo que elas davam era sempre este: o livro não era parecido com nada que havia sido lançado até então, e era um risco apostar em algo tão incomum. Por que a espiritualidade vende tanto? Os avanços da sociedade não atendem todas as nossas necessidades. A tecnologia só aumenta nossa angústia espiritual. Mesmo quando estamos conectados 24 horas por dia, temos muito tempo para pensar na vida e notamos que há espaços vazios em aspectos importantes dela. Queremos que a vida seja mais que isso. Não sou inteligente o suficiente para dizer que entendo as angústias da sociedade como um todo, mas o sucesso da espiritualidade mostra que há muitas pessoas fazendo as mesmas perguntas. O que meus livros fazem é colocar Deus no dia a dia, com uma linguagem amigável. Isso é algo que a religião organizada dificilmente faz. Com a linguagem de meus livros, os leitores podem falar de espiritualidade com seus amigos, com sua família. É uma missão bastante ambiciosa… Não diria que é uma missão. Nada disso foi proposital (risos). A primeira versão de A cabana foi escrita como um presente de Natal para meus filhos. Tenho seis filhos: o mais velho tem 32; o mais novo, 19. Juntando família e amigos, pensava em atingir 15 pessoas no máximo. Meus pais foram missionários, fui criado numa tribo indígena. Tive uma vida espiritual muito intensa. Sempre pensei muito sobre Deus e queria reunir num lugar todos os meus pensamentos sobre o assunto. Foi por isso que escrevi A Cabana. A semana que o personagem principal passa na cabana corresponde a 11 anos da minha vida em busca de respostas. É minha história espiritual em forma de ficção. A travessia é o primeiro livro que escrevo com o propósito de ser lido. Gosto de contar as histórias que meu coração manda contar, e elas encontram lugar no coração do leitor sem pedir permissão. Quanto mais leitores quiserem compartilhar essa história comigo, mais satisfeito ficarei. Não vejo isso como uma meta. Se só minha mulher e meus filhos gostarem do livro, tudo bem. Eles gostaram, aliás. 

A história de A travessia é tão pessoal quanto a de A Cabana? 

Tenho um pouco em comum com o personagem principal. Ele é um homem ambicioso, egoísta, com um coração fechado… Todos nós somos assim quando pisamos demais no acelerador e entramos numa rotina sem reflexão. Quis criar um personagem detestável, porque sei que eu mesmo não era um personagem muito agradável quando tinha meus 30 anos. Minha transformação é parecida com a dele. A travessia é um livro mais humano do que autobiográfico. A história é sobre como atravessamos momentos de cegueira. Atravessamos a vida sem pensar, mas momentos traumáticos como doenças e grandes perdas nos fazem parar e pensar em como nossas escolhas afetam quem está a nosso redor. A vida é um convite diário para mudarmos para melhor, mesmo nos menores gestos. Ao contrário do meu personagem, já cheguei aos 57 anos. É tempo o bastante para perceber que cada detalhe da vida é sagrado.

É possível ouvir o Espírito Santo no rock. Ou na bossa nova! Se o senhor lesse o livro aos 30 anos, quando era parecido com o personagem principal, como reagiria? 

 Nunca pensei nisso. Das duas, uma: ou acharia ridículo, pois tinha uma formação religiosa muito rigorosa e não daria bola para esse tipo de espiritualidade, ou daria uma chance ao livro e economizaria uns bons 30 anos de reflexão (risos). Acho que não me sentiria à vontade lendo um livro que mostrasse Deus como uma mulher negra. Fui criado para acreditar num Deus rigoroso, severo, e isso fez com que eu fosse uma pessoa severa por muito tempo. Não percebia que nossa visão de Deus é formada por meio de relacionamentos, e que eles podem nos curar. Essa é a mensagem central de A cabana, e ninguém dizia isso naquela época. Foi duro aprender sozinho. Por que A Cabana enfrentou resistência de religiosos? Tem a ver com a maneira livre como A Cabana representa Deus. Se eu lesse um livro como esse na minha juventude, também ficaria chocado. O uso de imagens e metáforas para falar de religião não deveria chocar. A Bíblia é cheia de metáforas. No Novo Testamento, Deus aparece como uma mulher que perdeu uma moeda. Há representações de Deus como uma águia, como uma rocha. As imagens não definem Deus. Elas servem apenas para nos ajudar a entender sua natureza. Sabemos que Deus não é um homem ou uma mulher, mas podemos abrir um pouco a cabeça. Ninguém mais aguenta aquela imagem ocidental de um Deus infinitamente distante, intocável, desconhecido e impassível, que assiste a nossas vidas com um olhar reprovador. Não é nisso que acredito. O que o senhor diria a quem não leu seus livros, mas os critica? Não sei se eles ouviriam o que tenho a dizer. Eu os convidaria a arriscar a ler uma página ou outra, quando estiverem prontos. A leitura pode ser crítica, não importa. O importante é que a leitura desperte um sentimento em alguém. As pessoas que criticam A cabana sem nem sequer ter lido só ouviram falar do livro, mas já o detestam. Imagino que não lerão A Travessia e o detestarão também. Se realmente lessem, meus livros bagunçariam seus paradigmas religiosos e talvez causassem indignação. Gosto desse tipo de debate. A polêmica é um convite ao crescimento espiritual. Minhas crenças de hoje são muito diferentes das que eu tinha há dez anos. E há dez anos achava que estava certo sobre tudo. 

Seu estilo lembra o de Paulo Coelho. O senhor conhece a obra dele? 

Conheço, é claro. É uma grande honra ser comparado a ele. Mas ele lida com a espiritualidade de forma muito mais geral, cheia de misticismo. Tenho uma formação cristã muito tradicional, e isso transparece nos meus livros. Escrevo sobre Jesus, sobre o Espírito Santo. Gosto muito da obra de Paulo Coelho. Os brasileiros adoram livros como os meus graças a ele. São leitores que abraçaram a espiritualidade com muita força. A cabana foi lançado em 41 idiomas e vendeu bem em quase todos os países onde saiu, mas os leitores brasileiros sem dúvida são os mais apaixonados. E é recíproco. Fui ao Brasil duas vezes. É um país especial para mim. Sabia que já assisti a um show de Cauby Peixoto? 

Como foi essa experiência?

 Estive no Brasil em 2009 com alguns amigos e, antes de meus compromissos, tive um dia livre em São Paulo. Disse a meus amigos que queria ouvir música brasileira, e me ofereceram duas opções: um show instrumental de bossa nova por US$ 4 ou o “Frank Sinatra brasileiro” por US$ 20. Escolhi o Sinatra por US$ 20, claro (risos). Não tinha ideia de quem era o sujeito. De repente, aparece aquele senhor de peruca, que precisa de ajuda para subir ao palco. E, daquela boca, saíram alguns dos sons mais belos que já ouvi. Foi uma noite incrível. Depois fiquei sabendo que alguns amigos brasileiros tentam assistir àquele show há anos e nunca tinham conseguido. Deus tem um excelente senso de humor!

Fonte- revista Época

THIRD DAY lança o 12º álbum da carreira




É inegável o poder que a música tem de impactar vidas. Por quase duas décadas em destaque, os membros do THIRD DAY nos provam esta verdade que se torna evidente em seu mais recente álbum “Miracle”.  Fé, paixão e rock ' n roll tudo isso preenchem. 

O 12º álbum da banda, além das letras substantivas que falam sobre a afirmação da vida que sempre foram o alicerce da música da banda. Produzido pela lenda do rock Brendan O'Brien, conhecido por seu trabalho com Bruce Springsteen, Pearl Jam, Train e The Killers entre outros, Miracle, leva a banda a explorar um novo território sônico. "Ter algo novo a dizer e dizer de forma diferente é realmente emocionante," diz o vocalista Mac Powell. 

Miracle torna-se a coleção mais recente em uma longa e impressionante carreira onde o Third Day ganhou quatro GRAMMYs ( de 11 indicações) 24 GMA Dove Awards ( de 42 indicações) um RIAA Platinum álbum, sete álbuns de ouro RIAA, dois vídeos de longa duração de ouro RIAA e um vídeo de longa duração de platina RIAA. Ao longo dos anos, a música da banda da Geórgia forneceu uma vibrante trilha sonora na vida desta geração de cristãos. "Show Me Your Glory" "I Believe," Cry Out to Jesus,” “Mountain of God,” “Call My Name,” “Born Again” e “Trust in Jesus” são apenas um punhado dos hits do Third Day que inspirou e inspira pessoas no mundo inteiro. 

O primeiro single, foi inspirado por uma conversa que a banda teve com um casal em Nova Jersey, após um concerto. "Seu filho estava em uma fase realmente deprimida da vida , e se dirigia a um local onde iria cometer suicídio,"Powell relata. "Mas ele ligou o rádio e ouviu “Cry Out to Jesus” e essa canção literalmente mudou seu coração e deu-lhe o encorajamento para continuar." Powell tomou a essência dessa história e escreveu a canção "I Need a Miracle” . O álbum é repleto de músicas que embalam o corpo e a alma. Os membros do Third Day partem de uma plataforma de responsabilidade que eles levam muito a sério. Naturalmente, a banda gosta de tocar e entreter, mas mais importante ainda, eles querem oferecer esperança e encorajamento, diz David Carr, a Música pode desencadear um milagre. Ouça e creia.

Sorteio do livro "O amor vence" de Rob bell


O Blog CULT H2O vai sortear mais uma vez 1 exemplar do livro "O Amor vence" de Rob bell, e para participar basta:

*Curtir nossa página no facebook e compartilhar este post em seu mural

*Entrar neste link http://goo.gl/g5mVw e clikar em QUERO PARTICIPAR.

*O sorteio será feito dia 30/11 o ganhador receberá em casa o seu livro. E aí tá esperando o q pra participar? Isto é #Positive :)

Banda Tanlan concede primeira entrevista após ser contratada pela Sony music

  
A banda gaúcha Tanlan é uma das mais novas apostas da Sony Music. Recém contratados da gravadora, já nos próximos dias estarão lançando um novo álbum inédito com muito pop rock, letras criativas e uma sonoridade bastante diferenciada no cenário da música cristã nacional. Conversamos com Fábio Sampaio, letrista e vocalista da banda que nos falou um pouco mais da carreira, projetos e novidades da banda.


01 – Pra começar, o que significa o nome da banda e como vocês formaram esse grupo?  

Tanlan é nome dado ao estilo de kungfu que se baseia nos movimentos do inseto que aqui no Brasil é conhecido como louva-a-deus. Sempre quisemos utilizar um nome que fizesse referência ao bichinho, em virtude do nome dele, inclusive tínhamos um ícone que com o tempo foi ficando de lado. Atualmente a Tanlan é formada por Fábio Sampaio (vocal, guitarra e programações), Tiago Garros (baixo e backs) e Fernando Garros (bateria e backs). Porém, em nossos shows, contamos com a presença mais que especial de nosso grande amigo e parceiro Lucas Moser fazendo a segunda guitarra.


02 – A proposta artística da Tanlan difere um pouco do que estamos acostumados em se tratando de uma banda gospel. Fale-nos mais a respeito do conceito artístico da Tanlan.

A Tanlan nasceu com o intuito de ser sal fora do saleiro. Muito mais que um discurso "lugar comum", tínhamos muito claro a percepção de que se quiséssemos chegar aonde a música nascida da perspectiva cristã ainda não havia chegado, precisávamos pensar nossa sonoridade e estética musical e lírica com outros olhos. Assim, nossas composições sempre tenderam para uma poesia reflexiva, que leva o público a pensar sobre o que está cantando. Não damos respostas prontas, mastigadas e nem esperamos convencer ou provar nada para quem nos ouve, apenas falamos daquilo que vivemos de uma forma a não provocar bloqueios imediatos a quem não é cristão. Queremos o diálogo, instigamos o incômodo e esperamos que com isso o ouvinte seja impelido a conhecer mais do projeto, escrutinar as letras e assim, conhecer mais profundamente aquilo que somos e a quem professamos.


03 – Como vocês foram descobertos pela Sony Music? Como se deu esse processo até a contratação pela gravadora?

Sempre acreditamos que a internet é a ferramenta mais preciosa para uma banda independente. É na rede que podemos distribuir nossas músicas, vídeos e ideias. E certamente foi através dela que o Maurício Soares, executivo da Sony, nos conheceu. Há pouco mais de dois anos soubemos que o Maurício sabia de nossa existência e que vinha nos acompanhando pela web. Com o tempo fomos estreitando os contatos e conversando sobre a proposta, sonoridade e ideias da banda. Após o lançamento virtual do novo disco "Um dia a Mais", o interesse da gravadora se tornou mais evidente e o Maurício entendeu que era hora de darmos um passo mais concreto em relação a Sony.


04 – Vocês são artistas que estão buscando o crossover, ou seja, romper com as limitações do mercado gospel. Isso é objetivo claro ou se tornou algo natural?  
Isso é natural pela forma como entendemos que o cristão deve se posicionar. É nosso dever como cristãos influenciar a cultura, sermos relevantes e “salgar o mundo”, mas isso só é possível se conseguirmos nos comunicar de alguma forma com ele. Assim, desde o início da banda, temos como proposta ser uma “banda de rock” (sem subgêneros mesmo), ou seja, uma banda que faz música, que se comunica com quem se interessar pelo seu som, independente de ideologia ou fé. Nunca quisemos ser uma banda que por suas letras e músicas consegue se comunicar apenas com os cristãos, mas escrevemos propositalmente de uma maneira que consiga dialogar com quem não faz parte deste contexto. Mas o fato de sermos todos cristãos evangélicos - e nunca negarmos isso, e termos em nossas letras uma perspectiva das coisas a partir de um ponto de vista cristão, faz com que muitas vezes sejamos classificados como uma banda gospel. Isso nunca foi problema pra gente, pois os rótulos de uma maneira geral, são importantes para a maioria das pessoas. Mas essa classificação surge geralmente do público cristão que está, de certa forma, acostumado com essa nomenclatura. O nosso publico dito “secular” não se importa muito com isso, e se interessa muito mais pelos aspectos estéticos da música. Se eles gostam, é porque a música se comunica com eles de alguma forma. Já tivemos algumas oportunidades de tocar em festivais e shows em bares locais, inclusive fomos convidados a tocar por duas vezes em São Luís do Maranhão numa das casas de shows mais conhecidas da cidade, sem nunca ter tido qualquer tipo de rejeição por conta de quem somos ou no que acreditamos.


05 – Falando do novo CD, quais as novidades para este novo projeto?
 
No primeiro disco a Tanlan ainda estava em busca de uma identidade sonora. O álbum possuía uma colagem de estilos que nos indicavam o caminho que estávamos buscando. Com os anos, shows e a convivência como banda, começamos a identificar quais as características estéticas, filosóficas e teológicas que mais tinham a ver com a gente. Assim, depois de lançarmos o single “De onde vem” em 2010, sabíamos que aquela sonoridade iria pautar todo o novo álbum. Esse novo disco possui uma sonoridade mais homogênea e uma linha temática mais concisa. Enquanto em “Tudo que eu queria” fazíamos muitas perguntas, em “Um dia a mais” tentamos dar algumas respostas. E Isso foi algo muito natural pra gente, nada planejado. As composições foram gradativamente levando-nos nessa direção. Não creio que deixe de se comunicar com todos, da maneira que o “Tudo que eu queria” fez. Mas é possível que o público cristão encontre nele uma identificação maior do que já vinha tendo.


06 – Como foram escolhidas as canções que fazem parte deste repertório?

Durante todo o ano de 2011 compusemos em torno de 20 canções, que nos ensaios e pré-produção foram ganhando "pesos" maiores e menores em nossa concepção do disco. Daí, escolhemos as 12 que mais transmitiam aquilo que queríamos dizer e assim nasceu Um Dia a Mais.
 

07 – E como é a receptividade do público?

É sempre muito surpreendente. Nossos shows são carregados de muita energia na performance, o que proporciona uma experiência muito impactante para quem está assistindo. Há sempre muita interação com o público que, quando já nos conhece, não para de cantar um segundo sequer.


08 – E como é a agenda da Tanlan? Vocês tocam em eventos de música gospel, em igrejas, em festivais seculares …

Sim, participamos de festivais, seculares e evangélicos, e sempre tentamos criar parcerias com outras bandas para tocar em bares e casas de shows. Tocamos em conferências e igrejas evangélicas também.


09 – E a relação da banda com as novas tecnologias e em especial com as redes sociais?

Estamos conectados praticamente 24h por dia 7 dias por semana. hehehehe brincadeira. Mas a verdade é que valorizamos muito todas as ferramentas que a internet nos proporciona para a divulgação e ampliação do projeto Tanlan.
 

10 – Quais são as referências artísticas de vocês?

Nós temos as mais diversas referências musicais. Desde os clássicos do rock, passando pelo rock dos anos 80, até as mais desconhecidas bandas da atualidade. Eu, Fábio, sou um prospector de novidades e tendências e estou sempre buscando algum som novo ou banda que traga algum frescor ao rock. Assim, estamos sempre antenados com o que está acontecendo lá fora e tentamos produzir uma sonoridade que seja atual e que se comunique com esta geração em que estamos. Acho que podemos citar como referências: Muse, Switchfoot, Foo Fighters, Doves, Jars of Clay, As Tall as Lions etc. No que diz respeito à filosofia da banda podemos citar autores como Frank Schaeffer, Steve Turner, Guilherme Franco entre outros.

11 – Muitos sonhos, muitos objetivos. Quais as expectativas da banda para essa nova fase na carreira?
Estamos muito felizes com todas as novas possibilidades que a Sony pode nos proporcionar, mas não queremos tirar os pés do chão. Como banda independente sempre tivemos que trabalhar muito duro e sabíamos que só assim chegaríamos a algum lugar. Agora, com a gravadora, temos a convicção de que teremos que trabalhar muito mais para manter e ampliar as portas que já foram abertas, e desbravar novos horizontes que ainda estão por vir.


12 – No CD há uma participação especial do Marcos Almeida do Palavrantiga na faixa Vaidade. Fale-nos um pouco desta canção e da parceria.


Conhecíamos o trabalho do Palavrantiga desde o lançamento do primeiro EP deles, mas só os conhecemos pessoalmente quando tocamos juntos no Festival LOVE 2011 em SP. Desde então eu tenho mantido contato com o Marcos. Quando começamos a gravar o novo disco, já tínhamos o interesse de convidá-lo para participar em alguma faixa. Ao mostrarmos a “Vaidade” pra ele, imediatamente topou, querendo inclusive vir a Porto Alegre gravar a parte conosco. A participação dele foi precisa, e acrescentou muito à canção. Ela fala um pouco do fato de que somos todos seres humanos falhos, corruptos e inclinados para fazer o mal, ao mesmo tempo em que nos importamos com os outros, nos sacrificamos por eles e buscamos o bem. Essa aparente contradição faz da gente uma espécie muito complexa e profunda. Creio que, quando fomos criados, Deus queria que quando encontrássemos em nós este conflito, buscássemos nEle o equilíbrio e completude tão desejados. É por isso que a vida ainda, e sempre, vale a pena. Não vivemos tudo o que temos pra viver, e nem conhecemos tudo o que temos para conhecer. Por isso, vivamos(!), pois apesar de tudo, a vida ainda vale a pena.
 

13 – Quais as músicas deste CD que você destacaria?

Pergunta difícil. (Heheheh) Todas as faixas têm algum significado importante pra mim. Mas acho que poderia destacar "Louco Amor" e "Vaidade".


14 – Nos próximos meses …

Estamos produzindo nosso primeiro Clipe, e planejamos ainda outros. Também iremos nos dedicar às viagens para shows e divulgação do novo disco.


15 – Pra terminar, contatos da banda e uma mensagem final aos nossos leitores.

Para conhecer mais sobre a nossa história, saber da agenda e novidades visite nosso site em www.tanlan.com.br. Você também pode curtir nossa FanPage nohttp://www.facebook.com/bandatanlan e seguir a gente no twitter @Tanlan. Contatos para shows e eventos, é só falar com o nosso produtor Oziel Alves: oziel@tanlan.com.brTwitter @OzielAlves ou pelo fone: (51) 8268.5573
 

Não importa o que você faça, não importa quem você seja, nem onde você esteja, faça tudo que estiver em suas mãos com qualidade e responsabilidade, seja relevante na sua escola, no seu trabalho, na sua igreja. Não viva uma fé aprendida, mas uma fé vivida. Produza sua arte e espalhe esta esperança que nos move em amor, pelo amor e para o amor. Obrigado pela oportunidade e grande abraço!

Fonte: Assessoria de Imprensa Sony Music Gospel

A Travessia é o novo livro de William P. Young mesmo autor de a cabana que recado para os brasileiros



Se A Cabana tocou seus corações, A travessia não irá decepcioná-los. Embora este livro não seja uma continuação daquele, ele segue o mesmo estilo e gênero.” William P. Young Anthony Spencer, um milionário cheio de si, entra em coma após um derrame cerebral. Após ele acordar, se encontra em um mundo diferente, e conhece um homem que se diz Jesus e uma idosa representando o Espírito Santo. Spencer começa a ver toda a sua vida terrena repleta de tristeza e implora à eles mais uma chance para que possa mudar de vida. Seu pedido é aceito e ele volta para a terra, onde reexaminará sua vida e terá grande comunhão com diversas pessoas. Ele deverá conhecer as esperanças, desafios e medos das pessoas ao seu redor, e usar um poder que lhe foi dado: o de curar alguém. Será que ele fará a escolha correta?

O livro chegou esta semana nas lojas e promete ser mais um sucesso do simples e pacato cidadão americano William P. Young que um dia resolveu escrever uma estória para dar de presente para seus filhos que acabou virando um dos livros mais vendidos do mundo este foi  "A cabana".

Hellbound?” [Quem vai para o inferno?] filme baseado no livro de Rob bell está em cartaz em cinemas nos EUA



O ator Kevin Miller ator que fez  Lex Luthor em um episódio da série smallville. Agora, aos 41, Miller escreveu e dirigiu um longa-metragem que está em cartaz em mais de 20 cinemas da América do Norte.

“Hellbound?” [Quem vai para o inferno?] custou US$ 350.000 e o início de suas filmagens no ano passado coincidiram com o lançamento do livro polêmico do pastor Rob Bell, “O Amor vence”.
As visões não convencionais do inferno deram a Bell na capa da revista Time e cercaram o lançamento de polêmica. O canadense Miller nasceu em uma família cristã e acredita ter sido salvo aos 9 anos de idade quando seguiu o ensinamento de seus pais e confessou Jesus como salvador durante um acampamento da igreja. Mesmo assim, afirma que sempre ficou intrigado com a ideia do que acontece com as pessoas após a morte.
“É um lugar horrível para uma criança imaginar”, disse Miller em uma entrevista que precedeu o lançamento do filme. “Um medo que ficou infiltrado sob a minha fé ao longo de toda a minha vida.”
Apesar de Bell se recusar a aparecer em “Hellbound?”, Miller disse que o livro foi o que mais o inspirou a escrever o roteiro do longa.  As  perguntas do filme/documentário de 85 minutos são basicamente “Existe inferno?” e “Se existe, quem vai para lá?”.
A jornada de fé de Miller o fez participar de várias denominações até se decidir pela Anglicana, que lhe deu uma visão mais “suave” do inferno e que demonstra no filme: o universalismo. Basicamente, essa posição teológica não considera o inferno um lugar de tormento eterno e defende que todas as almas serão salvas de alguma maneira.
Para a irritação dos que poderiam esperar uma visão mais tradicional, com fogo, enxofre e ranger de dentes, o filme de Miller dá muito espaço a cristãos que rejeitam a ideia de punição eterna, como o autor Brad Jersak.

Porém, ele também ouviu adeptos da visão mais comum do inferno, incluindo Mark Driscoll, pastor da mega igreja Mars Hill de Seattle. Em sua tentativa de ouvir várias vozes, ele filmou uma conversa com membros da Igreja Batista de Westboro, famosos por fazer manifestações com   cartazes que lembram a todos que Deus os mandará para o inferno.

Miller conversou com os manifestantes da Igreja de Westboro e contrasta a compreensão desse grupo com a sua, que vê a Deus como uma divindade mais clemente e amorosa.
“Se eu pudesse dizer que acredito no inferno, é o inferno que criamos, perpetuando o ciclo de violência retributiva que está ligada ao fato de andarmos para longe do ideal que Cristo nos ensina, assim acho que entramos em um inferno”, explica Miller.

No momento em que entrevista estudiosos do tema, ele apresenta três maneiras sobre como o inferno é visto: tormento eterno, universalismo e aniquilacionismo (as almas boas vão para o céu, as más simplesmente desaparecer), sempre mostrando versículos da Bíblia que as defendem.
O conhecido evangelista Ray Comfort disse que não viu “Hellbound?”, mas discorda de sua defesa do universalismo. “Essa crença pode ser atraente para muitos, mas não é bíblica”, disse Comfort ao site Religion News Service. “Se não há justiça final e o inferno não é um lugar de castigo justo, então Deus é mau, comparável ao juiz que ao olhar para um assassinato no tribunal ignora que ele cometeu um crime,” disse Comfort.
 Assista ao trailer:

 

Assista ao novo dvd da banda Stryper completo gravado na indonésia aqui no (Video em CULT)



"Esse show foi inesperado, mas muito bem-vindo, além da nossa turnê", disse o vocalista, guitarrista e compositor Michael Sweet. "Foi algo que aconteceu na última hora e nós fizemos tudo para que isso acontecesse, mas estou feliz que deu certo. Foi uma oportunidade de ir para um país que a maioria da população é muçulmana mas que partilharam a nossa fé. O Java Rockin' Land foi um ponto alto em nossa carreira e estou muito feliz que fomos capazes de capturar isso em video. É definitivamente um dos melhores desempenhos ao vivo que a banda já fez em muito tempo, e o fato de que ele foi gravado em vídeo, fica ainda mais emocionante. Acho que os fãs realmente irão gostar".
"Live In Indonesia At Java Rockin' Land" track listing:
01. Sing Along Song
02. Murder By Pride
03. Loud 'N Clear
04. Rock That Makes Me Roll
05. Reach Out
06. Calling On You
07. More Than A Man
08. Honestly
09. Open Your Eyes
10. All For One
11. To Hell With The Devil
12. Soldiers Under Command

Assista a baixo o dvd completo e se prepare para mais de uma hora de puro rock and roll pq isto é #Positive :)

Banda Stryper confirma show no Brasil em 2013, em São paulo em única apresentação



Alô! meu povo agora é sério! Stryper vai vir ao brasil em 2013 para um show histórico em São paulo , na casa de shows Carioca Club e foi confirmada esta semana pela produtora do evento, Dark Dimensinons.

O Stryper, foi a primeira banda de  heavy metal  assumidamente cristãos, conhecida mundialmente. Formada em 1983, na California, fez um enorme sucesso, emplacou vários hits e conquistou um estupendo número de fãs em todo mundo mesmo fora do segmento que a originou 

Os ingressos para o show do Stryper em São Paulo, em fevereiro de 2013, já estão a venda pelo site www.ingressosparashows.com.br aos valores de R$ 90,00 promoção antecipada e R$ 70,00 para estudantes. E aí vai perder? Aguardem mais informações em breve para o pessoal do RJ que quer ir ao show , vamos levar um bonde #Positive para este show da Stryper em sampa.
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The OC Supertones anuncia data de lançamento de novo álbum



A banda The OC Supertones anunciou a data oficial do lançamento de seu novo CD, que marca oficialmente o retorno do grupo após o anúncio de encerramento das atividades, em 2005. Intitulado “For The Glory”

O trabalho, produzido por Josh Auer e viabilizado através de uma ação de crowdfunding pela plataforma Kickstarter, representa o primeiro álbum de inéditas em quase oito anos do grupo longe os estúdios, desde o lançamento de “Faith Of A Child” (2005).

A banda, que recentemente havia anunciado o fim da produção do novo álbum, anunciou para o dia 06 de novembro o lançamento desse novo trabalho, segundo informações de SuperGospel.



Lacey deixa a banda Flyleaf e segue "New Horizons"




A vocalista Lacey Sturm através de uma nota divulgada esta semana comunicou ao seus fãs sua saída da banda Fyleaf. Lacey deixará saudades, de toda sua personalidade despojada e interpretação contagiante junto com os meninos da banda o que de certa forma sempre foi a identidade da Flyleaf.  Em seu lugar ficará a cantora Kristen May, ex -vocalista da banda Vedera. Leia abaixo a mensagem deixada por Lacey:

"Eu fui mais do que abençoada por estar na Flyleaf nos últimos 10 anos, em turnês com 4 homens maravilhosos e o staff da banda, os quais amo como se fossem minha própria família de sangue. Todos eles doaram muito. Custou a todos na nossa equipe fazer a beleza de Flyleaf possível. Me sinto honrada por ter conhecido pessoas maravilhosas que amam Flyleaf ao redor do mundo. Suas histórias incríveis continuam me inspirando. Estou muito agradecida por recentemente ter me tornado a mãe de uma das maiores bênçãos em minha vida, meu filho Jack. Vocês provavelmente ficaram sabendo que há pouco tempo perdemos nosso brilhante engenheiro de som Rich Caldwell, num terrível acidente de carro. Agora, mais do que nunca, eu entendo a frase Memento Mori. Eu entendo que, pra mim, viver minha vida ao máximo por essa temporada significa deixar de ser a vocalista da Flyleaf. Desejo o melhor para Jared, Pat, Sameer e James e eu sei que enquanto eu continuo perseguindo maiores alturas para aquilo que fui criada, isto os libertará para que eles possam alcançar níveis mais altos também.
Os rapazes continuarão a fazer turnês e a escrever músicas juntos. Fico feliz por saber que eles podem fazer o que desejam e que há uma garota bonita e talentosa, de coração aquecido chamada Kristen May para cantar para eles. Por isso vocês poderão ver uma nova Flyleaf nos palcos e apoiar o novo álbum.
Enquanto eu dou um primeiro passo numa nova jornada, eu oro para que cada um de vocês possa correr atrás do seu mais alto chamado numa entrega sem medidas também, sabendo que às vezes a plenitude da vida vem quando você faz coisas que só são entendidas por você, Deus e as pessoas especiais que Deus colocou na sua vida e que realmente te amam... não pelo que você faz, mas por quem você é. Amo muito vocês em muitas maneiras, manterei contato. Que Deus abençoe todos vocês com corações saudáveis, cheios de coragem para enfrentar a jornada dos seus próprios Novos Horizontes." -
Lacey

Tanlan uma banda para te tirar da caixa



Olhando pra foto parece até que são gringos só que não... Eles são do Rio grande do sul o nome é Tanlan, uma banda com influências que vão do rock britânico do U2 e Coldplay aos americanos do Foo fighters e Switchfoot  . A banda  faz um pop/rock muito bem elaborado, com uma pegada das boas, com letras, que acentuam as mensagens de amor e paz das boas novas isto é #Positive.

Uma banda que toca em bar e toca também em igrejas, assim é a "Tanlan" uma das bandas de uma nova safra de cristãos que cada vez mais acordam para as questões de fora dos templos e resolvem, colocar a sua arte e talento para todo mundo ouvir, para todo mundo ver uma tendência que começou com a banda catedral em meados de 1999 quando saiu do mercado chamado gospel e partiu para o mercado popular (E na época cairam matando em cima da banda, pois é...) os tempos mudaram e acredito que ainda haverão muitas mudanças neste cenário.

O mais recente álbum da Tanlan  “Um Dia A Mais”, de Setembro de 2012,  já contabiliza 60 mil “plays” em menos de um mês de lançamento via Soundcloud. Com. “Um Dia A Mais” foi totalmente produzido pela banda, gravado e mixado pelo vocalista Fábio Sampaio. A masterização ficou a cargo de Ryan Smith, do renomado Sterling Sound, de New York (USA), que masterizou desde James Taylor até Talking Heads, passando por Green Day, Strokes e Beyoncé. O resultado surpreende pelo peso, refinamento e arranjos diferenciados, e claro, pelas letras, marca registrada da banda, que já foi elogiada por gente que já está na estrada a um longo tempo, como Zé bruno lider e vocalista da banda resgate que disse em sua página no facebook que ficou muito feliz em conhecer o som da banda e ver que tem gente fazendo coisa boa por aí, outro que elogiou também a banda foi Mauricio soares diretor executivo do selo gospel da sony music no brasil dizendo que a banda faz um pop/rock de gente granduada e entendida do assunto.

Com todas essa referências o aumento da agenda desta banda é só uma questão de tempo já que qualidade eles tem de sobra, o show oficial de lançamento de “Um Dia A Mais” será no dia 31 de outubro ás 21h no teatro do CIEE - Rua Dom Pedro II, 861 Bairro Higienópolis Porto Alegre.  No show, a banda apresentará músicas do novo disco, além de músicas do álbum anterior "Tudo que eu queria", assim como outras surpresas. O evento dá o ponta-pé inicial na tour da banda para 2012-2013, que começou em grande estilo na Conferência Oxigênio em Recife, no final do mês setembro, então se você gostou, quer ouvir o som dos caras entre neste link soundcloud.com/tanlan e seja feliz, pois  isto é #Positive :)


Catedral e Novo som se preparam para gravação do dvd "Mais que amigos" em novembro no RJ



No dia 14 de as bandas Catedral e Novo Som vão se reunir para um trabalho em conjunto inédito: a gravação de um CD/DVD reunindo os sucesso das duas bandas.
A gravação acontecerá no Teatro Rival Petrobrás, no Centro do Rio de Janeiro/RJ, às 19 horas, e é o resultado de um projeto que se chama “MAIS QUE AMIGOS = IRMÃOS”, e somente agora ganhará versão CD/DVD.

Durante o show, cada banda apresentará os seus sucessos de forma individual e, ao encerrar o show, as duas bandas subirão ao palco juntas.

Segundo o site o projeto, o Kit Convite + Pré-venda do CD e DVD incluirá:
* Ingresso para assistir a apresentação
* Camiseta que será entregue no dia do evento
* Adesivo personalizado que será entregue no dia do evento
* Pré-venda do DVD/CD garantida (O produto será enviado para o endereço do consumidor quando for lançado)  .Informações: (21) 2450-2771 ou 3325-5934


 As informações abaixo foram retiradas do facebook do vocalista do kim vocalista da banda Catedral:

*Músicas confimadas da Banda Catedral para o DVD/CD especial "Mais que Amigos = Irmãos" que será gravado dia 14 de novembro no Teatro Rival/RJ em parceria com a Banda Novo Som...

É tão normal ser feliz
Você
Não vou te esquecer
Todos os dias
Somos todos iguais

*O Silêncio - Com a Banda Novo Som
*Chame a Deus - Com a Banda Novo Som

+ 1 inédita {ainda não escolhida}
 Site oficial do projeto: www.maisqueamigosirmaos.com

Carlos Santana irá lançar biografia "O livro é um testemunho de triunfo, vitória e sucesso” revela editora.



Carlos Santana está trabalhando em uma autobiografia que a editora Little Brown deverá publicar em 2014 tanto em inglês como em espanhol, revelou o jornal Los Angeles Times. O guitarrista espera que sua história “ajude os leitores a descobrir a santidade, e a graça , de acordo com anúncio enviado a imprensa. “O livro é um testemunho de triunfo, vitória e sucesso”.
Entrevista: “Descobri, há muito tempo, a diferença entre as notas e a vida. Prefiro tocar vida a notas”, diz Carlos Santana
A obra deve incluir relatos sobre alguns dos grandes nomes das história da música, como Miles Davis, B.B. King, Eric Clapton, Herbie Hancock e Harry Belafonte. O músico também irá escrever sobre “algumas pessoas que têm uma influência divina em sua carreira, como Cesar Chavez, Dolores Huerta e o Arcebispo Desmond Tutu”.

Leitores também podem esperar alguma introspecção, segundo afirma o comunicado: “Ser reconhecido por qualquer um que ouve suas notas é um milagre de Deus. Este presente foi cedido a poucos: Bob Marley, John Lennon, Michael Jackson, Jimi Hendrix, John Coltrane, Alice Coltrane, Stevie Ray Vaughn, John McLaughlin, e, claro, Carlos Santana”.

Fonte: rollingstone Set/12

Creed: Scott Stapp revela em autobiografia que já tentou suicídio, e conta como teve sua fé renovada.



O Vocalista do CREED, Scott Stapp, lançará seu livro de memórias, ‘Sinner’s Creed’, no dia 02 de outubro nos Estados Unidos, no livro ele relata suas tentativas de suicídio e sua batalha contra o alcoolismo, além de revelar abusos que ele teria sofrido na infância.

“O livro descreve minha infância, minha batalha interna com as drogas e a depressão e como eu perdi o controle sobre minha vida”, disse Stapp em uma declaração ao anunciar o lançamento. “Minha autobiografia revela detalhes nunca antes divulgados sobre minha vida e os desafios que eu encarei antes de me acertar e encontra a sobriedade.”

Stapp escreveu o livro com David Ritz, um jornalista da Rolling Stone que também já escreveu livros sobre lendas do R&B como Janet Jackson e Marvin Gaye. O livro também supostamente descreve o porquê de Stapp – uma figura polêmica em cima e fora do palco – sempre evitara entrevistas separado do resto de sua banda, e acompanha a recuperação do cantor, sua sobriedade e a volta ao palco, ‘uma reviravolta que ele credita à sua fé renovada em Deus.’

A banda Creed estará fazendo 4 apresentações no brasil no mes de novembro para mais informaçoes acesse a fã page oficial do show no facebook  CREED NO BRASIL,EU VOU


O amor vence (Cult Livros)



“Rob Bell interpreta a Bíblia como uma mensagem de amor e redenção. Seu estilo é conciso e oral, seu tom é apaixonado e absolutamente positivo.”- Publishers Weekly
Com mais de 300 mil livros vendidos, Rob Bell apresenta uma nova e transformadora visão sobre o que Jesus realmente queria nos ensinar quando veio à Terra.
Rompendo com alguns conceitos clássicos do cristianismo – como céu e inferno, condenação e salvação, culpa, arrependimento e obediência –, ele nos faz questionar tudo aquilo em que acreditamos e nos inspira a fazer perguntas capazes de libertar nosso coração do cárcere que a religião nos impôs.
Por que Deus teria criado bilhões de seres humanos para depois ameaçá-los com o castigo eterno? Por que temos que obedecer a todas as suas regras se seu amor é incondicional? Por que as pessoas ruins que oram estão mais próximas Dele do que as boas que não frequentam a igreja?
E se o próprio Jesus veio até nós para nos estimular a perguntar, questionar, refletir? E se tudo o que nos ensinaram a respeito de Deus estiver errado? E se o céu e o inferno existirem aqui e agora?
Neste livro polêmico, intenso e apaixonante, você vai descobrir todas as respostas a essas perguntas.
O amor vence detonou uma nova guerra santa dentro e fora dos círculos religiosos.” – Time

“O livro de Rob Bell estimula um debate que já deveria ter começado há tempos. Vale a pena participar.” - Wall Street Journal
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“Ao desafiar a visão tradicional da Igreja sobre céu, inferno e maldição eterna, um dos pastores mais influentes do século vem provocando polêmica entre os líderes religiosos.” - The New York Times
Fomos levados a acreditar que um seleto grupo de cristãos viverá eternamente em um lugar de paz e alegria chamado céu, enquanto o resto da humanidade será deixado para sempre no tormento do inferno.
Isso é um equívoco. Além do mais, essa ideia não ajuda a propagar a mensagem
de amor, alegria, perdão e paz que o Senhor nos trouxe e que precisamos desesperadamente ouvir.
Foi por isso que escrevi este livro. Mas também o escrevi porque há outro engano a respeito de Jesus: a fé que ele prega não se omite frente às grandes perguntas sobre temas como Deus, salvação, julgamento, céu e inferno, mas, ao contrário,
nos leva ao âmago de cada uma delas.
Se apenas algumas pessoas vão para o céu, o mais difícil de entender é: como elas são escolhidas?
Casualidade? Sorte? Seleção aleatória? Ter nascido no lugar certo, na família certa ou no país certo? Escolha divina? Que tipo de fé é esta?
Ou, ainda mais importante: Que tipo de Deus é este?”
Rob Bell
 Clique aqui para ler um trecho do livro em PDF. 

Obs: Em breve vai rolar o sorteio deste livro aqui no blog.

Este lado para cima é o novo cd da banda resgate


A Banda Resgate acaba de finalizar o seu novo CD intitulado “Este Lado para Cima”, 13° da sua carreira, um trabalho mais rock n roll, cheio de riffs de guitarras.

“Este Lado para Cima” conta com 12 faixas de letras inteligentes, além da pitada de bom humor que faz parte da personalidade divertida da banda.

A arte gráfica é de autoria de Carlos André Gomes, que já havia assinado os álbuns anteriores da banda - "Preterito imperfeito, mais que perfeito" e "Ainda não é o último."

O CD foi produzido por Paulo Anhaia, que já produziu antigos trabalhos como On the Rock, Resgate – Resgate , Resgate Praise e Eu continuo de pé e também trabalhou com Charlie Brown Jr, CPM22, Fresno, NXZero entre outros.

O álbum será lançado pela Sony Music na Expo Cristã 2012 que acontece em São Paulo dos dias 25 ao dia 30 de setembro de 2012.

Fonte: Supergospel.com

Popularidade estimula lançamento de romances de ficção baseados em videogames

Tradicionalmente, são os livros que costumam servir de base para filmes, séries de TV e até videogames. Mas essa lógica está sendo subvertida. Jogos campeões de venda e queridinhos dos gamers estão inspirando o lançamento de romances baseados na trama dos games.

No Brasil, foi o lançamento do primeiro volume do livro Assassin’s Creed - Renascença, inspirado no game homônimo, em 2011, que apontou para as editoras que esse seria um mercado promissor: a obra ficou seis meses na lista de mais vendidos e já vendeu mais de 80 mil cópias no país, segundo a filial brasileira da Ubisoft, produtora responsável pelo lançamento do game. Na Bienal deste ano, em São Paulo, a publicação foi a 10º mais vendida.

Entre os outros romances de ficção baseados em games que também caíram nas graças do público estão Bioshock, Gears of War, Uncharted e ainda as continuações Assassin’s Creed: Irmandade e A Cruzada Secreta – este, recém-lançado. Mas o que leva um jogador que passa horas em frente ao videogame, explorando as aventuras de um jogo, a trocar o console por um livro sobre a mesma história?

“Prolongar a experiência”, diz o gamer Rodrigo Alvarenga, 29. Fã do jogo de Assassin’s Creed, ele diz que comprou o livro esperando algo adicional na trama. “Não foi o que encontrei em termos da história mesmo, que é aquela que jogamos. Mas ela vem carregada de um contexto histórico que talvez a gente, por jogar demais, acabe não percebendo. E a história é muito boa”, diz.
 
O romance de Assassin's Creed é de fato um fenômeno. Baseada em uma cultuada série de games para PC e Xbox, a obra acompanha a trajetória de Ezio Auditore da Firenze durante o período da Renascença. Ezio se tornou um assassino aos 17 anos, após a morte de seus irmãos Federico e Petruccio, vitimas de uma traição armada pelos Templários. No livro, o leitor tem mais detalhes históricos do que na tela e acompanha encontros do protagonista com personalidades como Leonardo da Vinci e Maquiavel.

“Penso no livro Bioshock – Rapture como um complemento do game. Até porque, nesse caso, o romance conta uma história anterior à do game, ou seja, te oferece formas de compreender melhor o que acontece e traz mais questionamentos. Acho que os games hoje têm mais envolvimento emocional pelas possibilidades de interação que nós, jogadores, temos”, diz o estudante de história Giuliano Cunha, 24, um dos fãs do jogo de tiro.

A força narrativa desses jogos, somada à produção e a recursos gráficos que os assemelham a um filme, facilita a transformação deles em romance, já que os elementos necessários para a história – o plot, ou seja, a trama que envolve os personagens, motivações, desafios, entre outros – estão todos lá.

“Uma boa história é uma boa história em qualquer formato”, diz Thales Guaracy Ferreira, diretor editorial de Ficção e Não Ficção da editora Saraiva, ao comentar o sucesso dessas publicações. 

A editora é responsável pelo lançamento do livro Uncharted, do escritor e roteirista de jogos Christopher Golden. A série de games é sucesso mundial e já venceu diversas premiações, desde melhor jogo do ano a melhores gráficos.
Uncharted
“O livro é inspirado na série, mas é como se fosse um jogo diferente, como se o leitor estivesse jogando outro game”, diz Thales.

Para o editor, essa ascensão dos games no mundo dos romances reforça a qualidade dos jogos de hoje em dia. “Cada vez mais, à medida que você joga e passa de fases, as histórias se desenrolam de uma forma parecida com um filme [no caso de Uncharted, a série vai mesmo ganhar produção para o cinema], o que reforça a qualidade das histórias e produções“, completa ele, que acrescenta outro elemento fundamental para o sucesso desses romances: os autores escalados.

“O Christopher Golden, de Uncharted, é um escritor renomado, autor de vários best-sellers de aventura, não é um escritor apenas de games. Então, esses livros são, na verdade, livros de aventura, de ação. Por isso que atraem também os leitores que não jogam videogame, mas se interessam por esse tipo de história”, diz Thales.

Golden também já fez argumentos para histórias em quadrinhos e roteirizou jogos como Hellboy e X-Men.

Entre os autores dessa linha que foram convidados para adaptar outros games para o formato romance estão a autora de ficção científica Karen Traviss, chamada para escrever a mais recente história da série Gears of War – e que costuma brincar que escreve sobre games sem ser uma gamer –, e John Shirley, roteirista do filme O Corvo, responsável por transformar o jogo Bioshock em livro.

Já a trilogia de Assassin’s Creed ficou a cargo de Anton Gill, um historiador da Renascença que escreve sob o pseudônimo de Oliver Bowden. Está explicado porque o livro atrai tantos leitores pelo contexto histórico.
 
 

Galatas 5 o reggae/rock do DF chega ao Rio de janeiro este final de semana para 3 shows




A banda de reggae/rock do DF Galatas 5 chega este final de semana na cidade maravilhosa para 3 shows, a fim de divulgar seu trabalho em terras cariocas, portanto vc que curte um bom som fique ligado nos endereços, e também para trilha POSITIVE que será realizada no morro da urca (Pão de açucar) finalizando lá em cima com a banda fazendo um acústico para a galera que estiver lá curtindo o reggae e aquele visual da cidade maravilhosa no domingo, todos estão convidados, preparem suas maquinas fotográficas e venha curtir esta viajem de comunhão com a natureza e com o criador #JahÉ em todos os eventos a entrada é franca. Dúvidas sobre a trilha positive é só ligar para 82235451 (Tim) Kadu.


Banda Audio adrenaline volta a ativa com novo vocalista "Kevin max" ex- Dc talk.



Foi confirmado os rumores da volta da banda Audio adrenaline, agora com Kevin max nos vocais , é isso mesmo Kevin conhecido como um dos ex-vocalista da lendária banda Dc talk. A banda Audio adrenaline foi um dos grandes destaques dsa música alternativa cristã na década de 90, influenciando toda uma geração de novas bandas e a  positive music como um todo, por motivos de saúde do antigo vocalista Mark Stuart que estava com problemas de voz a banda anunciou em 2007 o seu fim. Agora a banda volta a ativa com uma nova formação contando apenas com o baixista Will McGinniss. Quem assume os outros instrumentos da banda são músicos que já tocaram em outras bandas como o baterista Jared Byers (Bleach) e o guitarrista Dave Ghazarian (Superchick) além disso o cantor Jason Walker estará participando desta nova formação nos teclados e vocais.

A banda já está trabalhando em um novo CD para 2013 com a atual formação e tem se dedicado a levantar recursos para o projeto social no Haiti “The Hands and Feet Project”.



Stryper vai lançar novo dvd "Live in indonésia" em outubro




Para comemorar os 30 anos de banda , a Stryper  irá lançar em outubro um dvd com os clássicos da banda gravado em jacarta capital da indonésia, ao vivo no festival Java Rockin’Land em 2010. O dvd terá músicas como “Lound’N Clear”, “More than a man”, “To Hell With The Devil” e novas músicas como “Open Your Eyes” e “Murder By Pride”, tudo isso para alegria dos fãs de Stryper espalhados pelo mundo.

Michael Sweet, parece que não envelhece nunca prova disso é só olhar videos de 1985 e os de hoje que é perceptivel a vitalidade deste jovem vocalista de metal que tem hoje 50 anos, é isso mesmo!! Michael ficou muito feliz por este show na indonésia primeiro por se tratar de um  país muçulmano e segundo porque ele considera que essa foi uma das melhores performaces ao vivo da banda.

Stryper é uma das principais bandas de metal de todos os tempos e alcançou grande sucesso nos anos 80 e clipes que chegaram ao topo da MTV como “Calling on You”, “Free” e “Honestly”. 

Confira abaixo uma amostra do clima deste novo dvd com a música  “Sing Along Song”:

 

Assista" Dropar" novo clipe da banda de reggae/rock de brasilia Galatas5



As ruas de Brasilia-DF e o lago paranoá são o pano de fundo desta nova produção feita pela Galatas5, no clipe "Dropar" como sempre a banda tem escolhido belas locações e tornado tudo bem mais bonito, bem mais #Positive. Assista e confira, e depois não deixe de visitar o soundcloud.com/galatas5  para ouvir outras músicas da banda.

Flyleaf lança novo single "New Horizons” (Ouça em Cult)



A banda Flyleaf  liberou o novo single "New Horizons”  que dá nome ao álbum que tem previsão de lançamento no mês de setembro. New Horizons é o terceiro álbum do grupo sendo o sucessor de “Memento Mori” lançado em 2009.

Na música se destaca a voz da vocalista Lacey Strum’s e as guitarras de Sammer Bhattacharya and Jared Hartmann. O baixista da banda Pat Seals descreve “New Horizons” como uma música que expressa o sentimento de olhar para o futuro com esperança. O músico definiu essa como uma das canções mais alegres da banda.

 Acesse o site LoudWire para conferir “New Horizon” a nova música do Flyleaf.